Posts por: Letícia Novaes

Música Letícia Novaes entrevista Brunno Monteiro

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Música Letícia Novaes entrevista Brunno Monteiro

Música

Conheci o cantor e músico Brunno Monteiro no show em homenagem ao cantor Cazuza, a coletânea “Agenor – Canções do Cazuza”, que Lorena Calábria e DJ Zé Pedro fizeram. Eu participei com o Letuce, cantando “Eu não amo ninguém” e não esqueço do Brunno cantando “Nunca sofri por amor”. Eu talvez já tivesse visto o Brunno antes, minha memória de peixe é ruim, mas desse dia não esqueço: Brunno se entregou legal à letra. Botei fé, não esqueci.
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Crônicas carioca aterrisa em SP

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Crônicas carioca aterrisa em SP

Crônicas, Letícia Novaes

Quando o interfone tocou 13:55, e a voz do porteiro disse que o carro havia chegado, minha temperatura passou a 37º C. Explico: era meu primeiro dia como moradora de São Paulo e eu iria gravar um vídeo pra Trip Tv. A produção disse que um carro me pegaria às 14h. Como capricorniana com ascendente em virgem e lua em touro, já estava preparada desde 13h (oh, uau, como você é assim, Letícia? – Mercúrio e vênus em aquário ajudam, mas sou bastante chatinha nas questões cotidianas, quem convive comigo sabe).
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Crônicas pra fechar

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Crônicas pra fechar

Crônicas, Letícia Novaes

Não sei quantas vezes eu vejo por aí: “20 coisas para se fazer antes dos 20 anos” ou “30 lugares para se ir antes dos 30 anos” e claro que as matérias param por aí, pois escrever “40 anos” já não consta na ideia de publicidade das agências moderninhas, metidas à divertidas e descontraídas.
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Crônicas cabelo, a saga

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Crônicas cabelo, a saga

Crônicas, Letícia Novaes

Papo de 13 anos que já vivia com o mesmo cabelo. Ou mais. É tanto tempo que perco a conta. Nasci com juba, minha bisavó negra, minha avó morena, meu pai, idem. Infelizmente, vim branquela (não há maquiagem que seja melhor que o sol, perdão dermatologistas, me prefiro queimadinha), foi meu irmão do meio que pegou a cor boa da família, mas o cabelo veio com tudo: cheio, cheio, cheio.
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Crônicas elementar, meu caro

post por Letícia Novaes

Crônicas elementar, meu caro

Crônicas, Letícia Novaes

Não tenho quase nada de Água no meu mapa. Mas se passo duas semanas sem nadar, vejo minha pele tremer, tal qual peixe fora d’água, as guelras abrindo e fechando numa velocidade louca. Não tenho quase nada de água no meu mapa, mas se passo um dia sem cantarolar ou escrever, uma insônia ensandecida me toma. Tais atividades, música e literatura, são símbolos que estão predominantemente ligadas ao elemento água.
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