Arquivo: #crônicas

Crônicas cabelo, a saga

post por Letícia Novaes

Crônicas cabelo, a saga

Crônicas, Letícia Novaes

Papo de 13 anos que já vivia com o mesmo cabelo. Ou mais. É tanto tempo que perco a conta. Nasci com juba, minha bisavó negra, minha avó morena, meu pai, idem. Infelizmente, vim branquela (não há maquiagem que seja melhor que o sol, perdão dermatologistas, me prefiro queimadinha), foi meu irmão do meio que pegou a cor boa da família, mas o cabelo veio com tudo: cheio, cheio, cheio.
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Crônicas elementar, meu caro

post por Letícia Novaes

Crônicas elementar, meu caro

Crônicas, Letícia Novaes

Não tenho quase nada de Água no meu mapa. Mas se passo duas semanas sem nadar, vejo minha pele tremer, tal qual peixe fora d’água, as guelras abrindo e fechando numa velocidade louca. Não tenho quase nada de água no meu mapa, mas se passo um dia sem cantarolar ou escrever, uma insônia ensandecida me toma. Tais atividades, música e literatura, são símbolos que estão predominantemente ligadas ao elemento água.
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Crônicas adeus, mundo [por fran bittencourt]

post por Cantão

Crônicas adeus, mundo [por fran bittencourt]

Crônicas, Convidados

Entrei no primeiro táxi que apareceu. Expliquei que precisava chegar no Belas Artes em 15 minutos. O taxista riu. Contei para ele que meu dia tinha sido muito difícil porque mercúrio está retrógrado, a lua fora de curso e ver esse filme era minha única chance de ter esperança outra vez.
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Crônicas os dias têm signos

post por Letícia Novaes

Crônicas os dias têm signos

Crônicas, Letícia Novaes

Não sei quando comecei a perceber que além das pessoas, os dias também tinham um signo. O dia em que conheci meu primeiro namoradinho, o dia em que entrei no teatro, o dia em que minha prima partiu desse mundo, fui observando anos depois e entendendo: “claro, minha relação com fulano era bem geminiana” ou “minha estadia no teatro foi muito pisciana”.
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Crônicas entre dois amores [por fabi secches]

post por Cantão

Crônicas entre dois amores [por fabi secches]

Crônicas, Convidados

Morei no Rio de Janeiro por pouco tempo, mas foram seis meses que mudaram minha vida. Todos os estereótipos cariocas que me foram anunciados falharam. O carioca espertalhão, que adora levar (e contar) vantagem. O carioca preguiçoso, que não quer saber de trabalhar. O carioca vaidoso, que tem no culto ao corpo uma religião. O carioca que…
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