O Cantão Entrevista com Gabriel Leone

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O Cantão Entrevista com Gabriel Leone

O Cantão, Entrevistas

Gabriel Leone encontrou em Malhação sua porta de entrada para a Rede Globo – e também para o estrelato. Desde sua primeira aparição na TV, o artista de 24 anos não pára de conquistar um papel mais em evidência que o outro. Sorte a dele e a nossa!

>Logo depois de interpretar o antagonista Antônio nas tardes da emissora, despontou na série “Verdades Secretas”, de Walcyr Carrasco, na pele de Guilherme, par romântico da modelo e garota de programa Angel, interpretada por Camila Queiroz. Em seguida, teve a oportunidade de viver Miguel, protagonista da novela das 21h “Velho Chico”, de Benedito Ruy Barbosa e Edmara Barbosa. A novela foi fundamental para seu amadurecimento pessoal e profissional, graças ao convívio e os laços afetivos que criou durante as gravações.

Após o final do folhetim, Leone praticamente emendou na supersérie “Os Dias Eram Assim”, onde viveu o complexo e revolucionário Gustavo, que entre idas e vindas se reencontra depois de se dedicar à carreira musical. No dia a dia, o carioca também é apaixonado por música. “A música em minha vida vem já no meu nome. Meus pais se inspiraram em uma música do Beto Guedes, do disco Amor de Índio”, conta.

Antes da TV, fez muitas audições e participou de alguns musicais. Já mostrou toda sua potência vocal em “Chacrinha, o Musical” (2014) como intérprete de Roberto Carlos, e fez uma participação especial na montagem da famosa peça da Broadway “Wicked”, durante uma temporada no Brasil.

No cinema, poderá ser visto em breve em dois filmes: “Piedade”, de Cláudio Assis onde contracena com grandes nomes como Fernanda Montenegro e Irandhir Santos e “Minha Fama de Mau”, cinebiografia sobre a trajetória de Erasmo Carlos. Será a segunda vez que Gabriel interpreta o Rei, enquanto o papel do Tremendão será vivido por Chay Suede.

Com a agenda lotada, o ator acaba de passar por uma imersão no sertão da Paraíba rodando a supersérie “Onde Nascem Os Fortes”, também da Globo, que tem estreia prevista para o primeiro semestre de 2018. Como um retrato de um Nordeste contemporâneo, a trama fala da história de amores impossíveis, ódio e perdão, e é assinada por George Moura e Sergio Goldenberg, com direção artística de José Luiz Villamarim.

O ator, que não vê a hora de voltar para os palcos, conversou um pouco com a gente sobre seu amor pelo ofício, confere só:

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Você trancou a faculdade de Design para se dedicar integralmente à atuação. Quando que o teatro falou mais alto?

Eu estava conciliando a faculdade com a cia. de teatro, fiz mais da metade do curso, até que depois de muitos testes, passei para Malhação. Achei que era melhor focar 100% minhas atenções na carreira de ator. Ainda não consegui voltar para a faculdade, mas pretendo me formar.

Qual foi a preparação mais intensa e importante da sua carreira até então?

Para Velho Chico foram 4 meses de preparação. Preparadores de corpo, voz, dança, e tive aulas de montaria e francês e um curso prático de agricultura sintrópica. Foi muito intenso e um aprendizado enorme, não só pro profissional, mas também pessoal.

Você já viveu Roberto Carlos no teatro e agora vai interpretá-lo novamente nas telonas. Como é ter a chance de interpretar o Rei mais uma vez?

Eu sou fã do Roberto. Foi uma honra ter essa oportunidade duas vezes. No filme interpreto ele de forma mais aprofundada que na peça. Busquei com a equipe fugir da imitação, da caricatura e criar o “meu” Roberto Carlos. Estou ansioso pelo resultado!

Você estudou canto, toca violão e já participou de vários musicais. Como começou a sua forte ligação com a música?

Cresci ouvindo mpb e rock em casa e, antes dos quinze anos, peguei um violão que era da minha mãe e comecei a estudar por contra própria na Internet. Desde então, tive uma banda durante alguns anos, estudei canto e fiz alguns musicais. Costumo dizer que sou movido a música. Gosto de escutar meu som antes de entrar em cena.

Você tem interpretado personagens que oscilam entre a força e a delicadeza. Nas cenas mais dramáticas, você consegue se libertar do personagem ao sair da gravação?

De imediato há uma reverberação, mas procuro deixar ao máximo no trabalho o que é do trabalho. O momento do descanso, da família e do amor é sagrado para mim, e fundamental pro dia seguinte.

Teatro, TV, cinema… qual é o seu palco favorito?

O teatro, como diz uma grande amiga, é a mãe. Foi onde comecei, onde me apaixonei pela arte de atuar. Mas gosto das três vertentes com a mesma intensidade.

O que é Viver Bem pra você?

É estar bem comigo mesmo.

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