O Cantão Entrevista Kate Oshio

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O Cantão Entrevista Kate Oshio

O Cantão, Entrevistas

Ninguém pode negar: o Rio é pura poesia. Transborda vivacidade, diversidade e é o lar de pessoas fascinantes. E a carioca Kate Oshio é uma delas!

A voz mansa se contrapõe ao jeito de levar a vida da faixa roxa em jiu jitsu. Kate equilibra a rotina da cidade com a delícia de morar perto do verde. Já acorda checando a previsão do tempo e se o céu tiver limpo, pára tudo para voar! Concilia o trabalho — voltado à preservação da flora — com os cursos de japonês e francês. Pega onda e joga vôlei quando dá!

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Ela é apaixonada por natureza e esportes, assim como o Cantão! Mas se tem um esporte que ocupa um lugar especial no coração de Kate é a asa delta!

Voar vendo a Pedra da Gávea, a Pedra Bonita, os Dois Irmãos e ainda pousar na areia da praia é uma aventura“, conta. Um dos primeiros esportes que nós apoiamos desde 1967, o voo livre nos permite enxergar o Rio de um dos melhores ângulos! 🙂

Pra celebrar o aniversário da cidade maravilhosa, acompanhamos um dia de voo e batemos um papo com ela, dá uma olhada:

Você acha que a prática da asa delta ainda é vista como um esporte de gênero? 

É, realmente, a maioria dos praticantes são homens, principalmente aqui no Brasil. Quando eu resolvi aprender, meu irmão, que ia começar também, disse que eu não podia fazer porque era menina, era perigoso, que eu era muito leve… Mas eu insisti e provei que podia!

Qual a sensação de voar?

A primeira coisa que eu penso é que é uma sensação indescritível. Como descrever a sensação de voar, interagindo com os pássaros num imenso céu e uma única térmica? Ou então, ver de cima o lugar que deveríamos estar? Mais ainda, viver tudo isso e depois pousar e brindar com os amigos. As palavras não expressam. Tudo isso é um privilégio!

O que esse esporte significa pra você?

Significa muitas coisas. Mas principalmente confiança, persistência e conquista. A conquista é pessoal e gradativa pois, para mim, quanto mais eu voo, mais me aprimoro; quanto mais tempo voo, mais longe eu vou!

Quais lugares já voou e qual gostou mais?

Já voei em várias rampas no Rio e em Minas, já voei na Austrália também e já fiz parapente na Nova Zelândia. Apesar das poucas andanças, São Conrado é o lugar mais especial para curtir o voo. Voar perto de casa, com toda estrutura de decolagem e pouso à disposição, é simplesmente incrível!

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Como você lida com a passagem do tempo? 

A asa delta é um esporte em que você vê pessoas mais velhas se dando melhor por conta da experiência. E, para mim, chegar aos 40 anos voando no Rio de Janeiro, com saúde… é sinônimo de conquista e de rejuvenescimento!

Pra finalizar: o que é Viver Bem para você?

Viver Bem para mim é acordar todos os dias e agradecer a Deus pela vida, pelo surf, pelo voo, pelo trabalho!

 

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