Viagem na trilha das cachoeiras!

post por Mari Carvalho

Viagem na trilha das cachoeiras!

Viagem, Por aí

Com o feriado chegando, tudo o que a gente quer é buscar retiro em algum lugar cheio de energia boa… O segredo está no meio da mata, onde o Rio esconde um dos seus maiores tesouros: as cachoeiras. Dá para se refrescar, inventar de fazer uma trilha sem cair na mesmice das praias — que apesar de terem sua beleza especial, também pode ficar bem lotadas e barulhentas…

O Rio possui duas das maiores florestas urbanas do mundo: o Parque Estadual da Pedra Branca (Zona Oeste) e a Floresta da Tijuca (Zona Sul e Zona Norte). Verdadeiros santuários da natureza, repletos de fauna e flora nativas, diversas cachus, silêncio e ar puro… e tudo isso bem pertinho de nós. Sem dúvidas, elas são o refúgio perfeito para escaparmos da nossa urbanização caótica.

Ao invés de enfrentar a disputa acirrada por um lugar ao sol nas praias cariocas, prefiro pegar minha bike (ou o carro) e partir pras cachus do Horto.

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Subindo a Rua Pacheco Leão em direção a Vista Chinesa, tem várias opções: as do Solar da Imperatriz, as da entrada do Parque Nacional da Tijuca e a Cachoeira do Jequitibá (foto acima), que dá vontade de ficar fazendo massagem debaixo do ‘chuveiro’ a vida toda.

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Por lá, vale pegar a Rua Lopes Quintas e depois de 30 minutos de caminhada, a cereja do bolo: a Cachoeira dos Primatas (foto acima). Na trilha, a mata é fechada com cascatinhas, grutas e riachos pelo caminho. Dica: vá alguns dias depois da chuva, quando a queda d’água fica mais forte e mais bonita.

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A minha preferida dentro do Parque da Floresta da Tijuca é a Cascata das Almas (foto acima). Nesta trilha também dá para se aventurar em grutas e mergulhar na Cachoeira dos Gravatás e a Cascata Diamantina. A maioria destas cachus não tem poço para se nadar, apenas uma queda de água — vezes forte, vezes fraca — dependendo se choveu ou não.

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Quem quiser ir pra Zona Oeste e dar um tchibum num poço mais fundo, vale conhecer o Maciço da Pedra Branca, em Jacarepaguá, ou a Cachoeira do Camorim (foto acima) — dois pedaços de paraíso que valem a pena. Depois é só dar aquela esticada nas pedras e se secar com o sol!

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Prefere dar uma escapada da cidade? A boa é acordar cedinho e desbravar as cachoeiras com escorrega natural da Serra Fluminense. Recentemente, fui numa muito linda, mas essa eu guardo o nome a sete chaves, pois ainda é secreta! Se for desbravar a região, vale a pena fazer passeios guiados — a galera do Instituto Moleque Mateiro conhece bem todas as trilhas e te leva para lugares lindos!

Só não é recomendado ir em dias nublados ou chuvosos (sérios riscos de tromba d’água) então é bom chegar cedo! Não esquece da canga ou toalha, repelente, protetor solar, frutas ou barrinhas de cereal, água, do saquinho de lixo — e da boa companhia, é claro.

 

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