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Só a Camis sabe como foi encontrar esse apezinho! Quase uma ópera! Primeiro ela ia dividir um novo endereço com uma amiga, correu atrás de grana, fez freela, mas não aconteceu. A amiga acabou indo para um quarto sozinha e ela ficou na vontade. Na segunda busca, lidou com contratos absurdos, lugares bem feios… foram 12 apartamentos para ela encontrar o seu.

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Este apezinho apareceu depois que ela aumentou seu orçamento em R$300. Por sorte, o proprietário tinha acabado de reduzir o valor pedido para o seu imóvel. Ela foi a primeiríssima da fila a dizer: “eu quero essa lindeza só pra mim”! Ele não ouviu mais ninguém… era pra ser.

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O lar doce lar fica em Laranjeiras, exatamente onde ela queria. Um prédio antigão, daqueles que a gente para na portaria pra namorar o hall, escadas, aquele chão bonito e brilhante de palácio. Com ônibus e metrô na porta. Ao lado do Mercadinho São José e a poucos metros da Praça São Salvador.

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O paraíso pra quem morava na Tijuca e ficava com preguiça de sair quando chegava à noite do trabalho. Hoje até rola um “oi” para os amigos, mesmo depois da meia-noite. A mudança aconteceu pouco antes do seu aniversário, que foi comemorado no cantinho novo, com 25 pessoas transbordando pelos cômodos.

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Apesar dos 40 metros, o apezinho é muito bem dividido e apaixonante. Ele é todo branco, com paredes, portais, janelas, armários embutidos. Ela o deixou assim. E parece de brinquedo.

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Na cozinha, o fogão vermelho de duas bocas é uma das suas peças preferidas. No armário? Mini panelas, sério! Algumas peças vieram da casa dos pais.

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As novas deixaram o espaço com ar retrô, cheio de símbolos de proteção, livros, muita madeira clara e achados da Rua da Alfândega e Praça XV. A Camis é especialista em transformar objetos em joias. E ainda se descobriu fã de suculentas e espelhos. Nossa querida tem o dedo verde, como a Selma, sua mãe!

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A vida nova a deixou ainda mais organizada, fechou a mão, a prioridade é a casa. Racha a faxineira com a mãe, mas corre pra deixá-la arrumada e cheirosa pra Jussara! Como não tem área, a roupa mais pesada é lavada na casa dos pais e o resto na mão, no box, molha tudo, ela inclusive! O pai, Beto, a ajuda nos consertos domésticos, é muito jeitoso.

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Às vezes deita no sofá e estranha que o novo cenário seja só dela. Mas ama a sensação de voltar pra casa e ver tudo no lugar. Já até se acostumou com os insetos que invadem a sala. Medrosa? Um pouquinho. Fresca, nunca!

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Seus planos? Ter mais tempo pra aproveitar tudo de bom que vem acontecendo. Curtir a quietude do espaço, se esconder no quarto pra assistir a suas séries e filmes. Ter mais ideias inspiradoras como o banco que virou mesinha de centro, as fotos de Instagram que viraram imã de geladeira, o caixote que virou móvel da tv.

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A cada visita dos pais recebe uma mensagem de parabéns cheio de carinho e orgulho. Morar sozinha era o que a Camis mais queria da vida. Estava certa de que seria muito feliz. E é. A boa energia de seu refúgio tem forma, cheiro e cor. É puro e merecido encantamento!

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Viver Bem pra Camis é…

• carne moída e purê de batata baroa.
• boa vizinhança: o árabe da galeria Condor e a São Salva. só evita pesar na balança da farmácia depois.
• apê ostentação de janela, temos sim. a jaulinha tem o sol como candeeiro.
• mantimentos estocados na cama, com Netflix e Popcorn time trabalhando na domingueira. ninguém levanta.
• escolher o que vai ser seu dia. calado, falado, musicado. na casa, a gente que manda.

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A Camis é Editora Web da TV Globo. Tem 26 anos, é jornalista e faz bem um pouco de tudo. Escreve, fotografa, filma, produz e garimpa! Quer se especializar em Direção de Arte – alguma dúvida que ela vai arrasar? Ah, e é linda!

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Desde pequeno, o carioca Marcos Freitas se entendia bem com as panelas e, já adulto, prezava muito pela sua qualidade de vida, a conexão com a natureza e a prática do yoga.

Foi aos 21 anos, quando cursava a faculdade de publicidade, que decidiu largar tudo para seguir um sonho: trabalhar com uma gastronomia diferenciada, que conectasse a saúde com o prazer de comer.

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Até que ele se mudou para Balneário Camboriú (SC), cursou culinária na Univali e por lá ficou durante 6 anos. Apesar de na época não ser 100% vegetariano, o foco dele sempre foi criar pratos convencionais com ingredientes mais saudáveis.

Nesta temporada de 2 anos no Sul, Marcos trabalhou na área de alimentação da Prana Yoga, uma escola de yoga. Cada vez mais, via crescer sua vontade de quebrar paradigmas com a culinária: sonhava com um restaurante consciente, com uma comida vegetariana, colorida, saudável e, acima de tudo, gostosa e democrática.

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Assim nasceu a ideia do Prana, um restaurante vegetariano para não (somente) vegetarianos. O nome veio em homenagem a tal escola de yoga, cujo lema também é “inale, exale e sorria”.

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De volta ao Rio de Janeiro, Marcos se uniu a dois amigos – Guilherme (administrador) e Ammi (advogado) – que largaram seus empregos para idealizar um trabalho com mais propósito. Assim eles mergulharam de cabeça no projeto do novo restaurante.

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O resultado foi um restaurante consciente de que todos nós precisamos viver a sustentabilidade de forma integral (social, econômica, ecológica e visão de mundo) para melhorar não só o mundo como também a nossa saúde.

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Mais do que ideais, uma filosofia sustentável e inspiradora de empreendedorismo: todo o lixo do restaurante é reciclável. As embalagens do delivery (que vale muito a pena!) foram criadas com fibra de bagaço de cana, os talheres e as sacolas de amido de milho, e os canudos, de papel.

Desde as embalagens ao material orgânico, tudo é compostado na horta comunitária que fica em frente ao restaurante. Não é demais?

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Fato é: carnívoros convictos ou não, todos se rendem às delícias desta culinária vegetariana e a energia boa do restaurante, que fica numa pracinha charmosa no Cosme Velho.

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Que eles continuem espalhando a ideia de que é possível curtir uma comida vegetariana gostosa, afinal comer é ter prazer e prazer é felicidade!

Vai lá: Rua Ererê, 11 D – Praça São Judas Tadeu, Cosme Velho – Rio.

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Cada vez a gente se preocupa mais em manter nosso corpo e mente no lugar. Mas já percebeu que, às vezes, agimos de forma tão automática que nem paramos pra trabalhar nossa mente?

É muita distração, principalmente no trabalho. Telefones tocando, pessoas para lá e para cá, celular que não pára de piscar… e de repente, lá estamos nós estressados, cansados, sem motivação.

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Com tantas coisas que você precisa se concentrar, ser capaz de focar em uma atividade só e ter atenção é uma das habilidades mais valiosas que se pode aprender. E sabe qual pode ser a chave para a sua produtividade melhorar? A meditação.

Assim como é preciso exercitar o corpo, é preciso exercitar a mente. Afinal, viver bem é viver em harmonia e equilíbrio.

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Na última semana, o pessoal do escritório teve um workshop incrível de stress management com André Elkind, que entende bem do assunto. Ele mostrou o quanto a prática da meditação pode nos ajudar a ter uma vida mais criativa, saudável e feliz.

Além de praticar meditação transcendental há anos, André é consultor da Mantri, que ajuda pessoas e empresas a encontrarem este equilíbrio. Ele já fez diversos cursos na área de inteligência criativa e se formou em Gestão de Negócios na Maharishi University of Management, da qual é embaixador no Brasil. E ele garante: meditação vai tornar seu dia mais produtivo. É comprovado cientificamente!

Pode soar estranho ficar parado e não fazer nada por um tempinho, mas os benefícios são muitos: a meditação tem efeitos calmantes, aumenta o fluxo de sangue e reestrutura os circuitos em seu cérebro. Assim, ajuda você a recarregar as baterias para ter mais energia e concentração durante o dia todo.

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Nunca meditou e quer começar a praticar em casa? Algumas dicas iniciais: sente-se com a coluna ereta numa almofada confortável, num lugar silencioso e com luzes mais baixinhas. Tenha um cronômetro. Você pode usar seu celular – só não esqueça de colocá-lo em modo avião durante a prática. Para começar, tente praticar durante 10 minutos.

Seus olhos podem ficar abertos ou fechados, mas lembre-se: o objetivo da meditação é exercitar a sua atenção. Se você se concentra na sua respiração com os olhos fechados, continue assim. Inspire e respire pelo nariz calmamente.

Não se preocupe com as suas mãos. Cruze suas pernas quantas vezes quiser, do jeito que for mais confortável para você. Olhe levemente para baixo, mesmo que seus olhos estejam fechados.

Abra seu coração e limpe sua mente.
Relaxe e boa meditação! :)

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Ter o primeiro cantinho costuma ser um momento de realização, felicidade e muitas descobertas. Liberdade para ir e vir sem dar satisfação, decorar como quiser… mas nem tudo são flores.

Quem sai de casa pela primeira vez enfrenta as contas do final do mês, a rotina de cuidar sozinho da casa, das compras, das roupas, fazer faxina – e não é tarefa fácil!

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Pensando nisso, a jornalista Dani Pereira se juntou às filhas, Nanda (25) e Gabi (21), e criou o Apezinho, site que traz dicas inspiradoras para quem mora sozinho ou pensa em ter um lar doce lar para chamar de seu.

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Mas afinal, como podemos viver bem sem nem saber por onde começar?

Se você também está enfrentando esse dilema, a gente te dá uma ajuda: agora dá para acompanhar a nova coluna do Apezinho por aqui! Com entrevistas, dicas acessíveis e soluções criativas de decoração e comportamento.

Batemos um papo com a Dani Pereira para saber mais sobre suas inspirações e dar boas vindas à nova parceria, vem ver:

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Conta pra gente quando surgiu a inspiração do Apezinho e como vocês colocaram o site de pé? Tiveram a ajuda de mais alguém?

Ela surgiu quando fiz o curso do Charles Watson sobre Processo Criativo. Queria muito criar um projeto com as minhas filhas. A ideia de falar sobre os assuntos ligados à saída de casa me pareceu a melhor, isso nos deixaria ainda mais próximas. Entre a fagulhinha de inspiração e o lançamento do blog foram alguns meses.

Além das Pereiras, convidei a Josy, nossa amiga e jornalista, que me deu de presente esse nome tão querido e participou, por um tempo, da criação do conteúdo. Tivemos também a Bianca e o Raphael, que cuidaram de seu layout e navegação. Ele acabou nascendo em maio de 2013!

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Como é o trabalho em família?

É ótimo! Cada uma tem um papel mais ou menos definido. Eu sou mais texto. A Nanda, foto. E a Biba, música e layout. Mas qualquer uma pode fazer o que a outra faz, se assim quiser. E o projeto é colaborativo. Já tivemos mais de trinta pessoas escrevendo pra gente, muitas delas de outros lugares do Brasil, que viraram companheiras por causa do Apezinho. Todas são recebidas com muita alegria! A família só aumenta.

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Você já morou em 8 endereços diferentes – com janelas com vista para o verde e também para o vizinho, já dormiu em quartos quentes e em quartos arejados, já curtiu banheiros imensos e penou em cubículos com chuveiro. Cada endereço, uma personalidade. Qual desses apezinhos guarda as melhores lembranças?

Você acaba guardando boas lembranças de todos, mesmo das roubadas, né? Mas tivemos um, no fim do Leblon, que era uma coberturinha com jardim e sala grande.
Me lembro das meninas bem novinhas brincando, nossa beagle Nina correndo e eu tomando banho de mangueira no quintal, uma delícia! Fomos muito felizes lá.

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E a casa da sua infância?

Foi na Tijuca. Apezinho simples de dois quartos, em frente ao campo de futebol do Colégio Militar. Lá brinquei muito de boneca. Aprendi a andar de bicicleta. Assistir a muita televisão com meus pais, minhas melhores companhias. Comer gordices sem culpa e estudar. Vida boa de criança. Zero grana. Muita criatividade. Fiquei lá até os 13 anos. Tempo bom!

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Qual o cantinho ou objeto favorito do seu atual apezinho? Só vale um!

O Don Quixote que comprei pro meu pai, em Toledo, na Espanha. Meu pai era bem Quixote e eu tento levar comigo o seu amor pelos livros, a sua capacidade de sonhar e de viver na fantasia, quando conseguimos escapar um pouquinho!

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E afinal, o que é viver bem pra você?

Saber que os meus estão bem. Persistir na gentileza. Focar no equilíbrio. Alimentar a curiosidade. Apreciar o simples.

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Pode entrar e ficar à vontade.
O Apezinho também é nosso! :)

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Do que é feita a música? Para Fabiane Pereira, é feita da mesma definição do dicionário: som e pausa.

Há 3 anos como apresentadora do imperdível programa Faro MPB (rádio MPB FM), Fabiane fez essa mesma pergunta para 50 músicos, produtores e agitadores culturais da cena carioca contemporânea. Daí veio o convite para compartilhar suas lembranças e momentos musicais mais importantes no livro “Som & Pausa“, lançado em maio pela Editora Guarda-Chuva.

Som & Pausa propõe uma diversidade de olhares, vozes, perspectivas e sentidos, buscando compreender as forças que constituem esse atual cenário”, conta ela.

Ela transformou em páginas todas estas experiências sonoras em lugares que marcaram os anos 2000. São depoimentos, histórias, poemas e outras formas de expressão artística de personalidades plurais e talentosas, que fizeram história no saudoso Cinemathèque, Circo Voador, Audio Rebel e Comuna, casas de show emblemáticas do Rio.

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O projeto nasceu da vontade de Fabi marcar essa safra da música independente carioca e dar voz e espaço à esta nova geração. Entre os convidados estão nomes como Alice Caymmi, B Negão, Cícero, Jonas Sá, Léo Feijó, Nina Becker, Mahmundi e os queridos Rick Yates, Bernardo Oliveira e Letícia Novaes.

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O livro é uma contribuição, mais uma peça para quem quiser montar o quebra-cabeça da produção cultural da virada do milênio e do início do século XXI”. A definição de Miguel Jost, pesquisador musical que assina a apresentação da obra, não podia ser mais acertada.

A gente só pode concordar e se inspirar.
Afinal, do que seria do som sem pausa e vice-versa? :)

créditos das fotos: I Hate Flash

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